A cor base da unha de indivíduos saudáveis deve ser rosa claro. As que são brancas ou esbranquiçadas, podem sugerir anemia ou alguma doença hepática.
Unhas brancas com ponta escura pode ser um sinal de envelhecimento, mas também pode ser sinal de insuficiência cardíaca congestiva, diabetes ou doença hepática.
Problemas renais são suspeitos em condição conhecida como meia-e-meia haste, em que a parte inferior da unha é branca, mas uma parcela para a ponta da unha é rosa.
Unhas azuladas podem indicar falta de oxigênio, sinal de uma pessoa pode estar sofrendo do pulmão.
Unhas verdes podem sugerir infecção por Pseudomonas aeruginosa, uma bactéria que é comum no meio ambiente. Problemas respiratórios como pólipos nasais e sinusite crônica - podem desencadear a síndrome das unhas amarelas, considerada rara.
Unhas espessas, disformes e turvas são geralmente sinal de infecção por fungo. Quanto mais cedo forem tratadas, melhor. É difícil de tratar.
A preocupação deve ocorrer se alguém desenvolve uma nova pigmentação nas unhas, assim como um novo sinal sobre a pele. Neste caso é melhor procurar um dermatologista para ver se é um melanoma ou se é apenas uma batida
Se notar uma mudança nas suas unhas, é razoável que vá verificá-la, mas não se preocupe sobre isso. Há muitas coisas que acontecem nas unhas que não têm nada a ver com quaisquer condições citadas no texto. Fotos podem ser acessadas no site da Clínica Mayo, dos EUA: http://www.mayoclinic.com/health/nails/WO00055
Se tem uma parte do corpo feminino que sofre, essa parte é o pé, principalmente as unhas. Elas, que devido a esses excessos, muitas vezes ficam encravadas e chegam até a cair.
Para tentar salvar as unhas de quem judia delas diariamente e também diminuir as dores nas machucadas, conversamos com o podólogo Orlando Madella Junior que dá algumas dicas.
Em primeiro lugar é necessário ter atenção na hora de cortar a unha. “O corte incorreto gera crescimento incorreto da lâmina trazendo como conseqüências a
dor e o encravamento.”
A combinação “unhas cortadas de forma incorreta + sapato apertado” é fatal para ter unhas encravadas, por isso é necessário ter atenção a escolha do que vai usar.
“Calçados quando justos, estreitos, ou de ponta fina exercem pressão, a unha acaba encravada ou então pode descolar da pele.”
De acordo com Orlando quando estiver com a unha encravada, vá correndo até um podólogo, ele remove a parte da unha que esta encravada com instrumentos adequados e só assim você se verá livre da dor.
Quem tem o problema de forma recorrente pode optar por uma órtese, espécie de aparelho que serve como um “apoio” para a unha. “Elas corrigem a lâmina com curvatura acentuada ou encravada. A aplicação é indolor e proporciona excelentes resultados, fazendo com que a lâmina deformada, volte a ter um formato normal.”
Quando notar algo errado com a unha, o podólogo aconselha logo procurar um profissional. Problemas comuns como unha machucada por um pisão, a própria unha encravada, podem se transformar em algo mais grave caso não sejam tratadas corretamente. A unha pode até cair e se a raiz dela for danificada pode nunca mais será a mesma.
Na hora de fazer o pé em um salão, Madella afirma que é importante prestar atenção na higiene do local, é necessário estar tudo limpo e esterelizado. O local deve ainda realizar a assepsia dos alicates e utilizar produtos descartáveis.
“Se não houver higiene, as pessoas podem adquirir doenças como AIDS, Hepatite, além de uma série de vírus, bactérias, fungos (micose), o que colocando em risco a vida humana.”
Óleos vegetais protegem seu coração e controlam o colesterol
Gergelim e girassol são algumas opções, conheça outras e varie os sabores
Já sabemos que o consumo de gorduras saturadas e trans não são nada saudáveis e que devemos evitar ao máximo o seu consumo, pois são extremamente prejudiciais ao organismo e estão diretamente ligadas ao desenvolvimento e piora de diversas doenças. Mas as gorduras insaturadas, conhecidas como a turma do bem, auxiliam na redução dos niveis de colesterol e triacilglicerol, na redução da pressão arterial e na diminuição da agregação plaquetária. Além disso, têm ação antioxidante, antinflamatória e imunoestimulante.
A nutricionista da rede Mundo Verde, Flávia Morais, afirma que os óleos vegetais são boas fontes deste nutriente. Os mais indicados são os óleos prensados a frio e não refinados, que mantêm o sabor, a cor e nutrientes. Para se obter todos estes benefícios, segundo Flávia, os óleos devem preferencialmente ser usados crus, em saladas, por exemplo. "Se usados em preparações, não devem ser aquecidos até soltar fumaça, pois há produção de substâncias tóxicas, como a acroleína", diz.
Azeite de oliva extra virgem: rico em ômega 9, gordura monoinsaturada. Fonte de compostos fenólicos com alta atividade antioxidante. Coadjuvante na redução do colesterol. Bom para o coração. Sugestão de consumo: 2 colheres de sopa/dia.
Óleo de canola: planta pertencente à família do repolho e da couve de bruxelas. Tem grande quantidade de gorduras insaturadas, é livre de colesterol e gordura trans e tem menos gordura saturada que qualquer óleo comestível comumente utilizado. Auxilia na redução do risco de doenças coronarianas, com a diminuição do colesterol total e do LDL colesterol. Equilibrado em ômega 6 e 3, é fonte de vitamina E. Indicado para cozimento, para fazer molhos e sobremesas, pois apresenta alto ponto de fumaça.
Óleo de coco: o ácido láurico, de ação antibacteriana, compõe aproximadamente 50% da gordura do coco. Este óleo é fonte, também, de ácido caprílico, que estudos sugerem ter papel antifúngico e imunoestimulante. Tem ação antioxidante. O óleo de coco é fonte de triglicerídeos de cadeia média (TCM). Após absorção intestinal, os TCM são transportados para o fígado, onde são queimados, aumentando a termogênese após a refeição. Daí sua ação termogênica, coadjuvante nos processos de emagrecimento. Estudos apontam que o óleo de coco, como parte de uma dieta equilibrada, diminui o desejo de comer doces e alimentos gordurosos. Sugere-se o consumo de 3 a 4 colheres de sopa/dia.
Óleo de gergelim: fonte de ômegas 3, 6, 9 e vitamina E, antioxidante que protege as células da ação dos radicais livres. Usado em saladas, pratos frios e massas.
Óleo de girassol: fonte importante de ômega 6 e de vitamina E. Utilizado a frio, diretamente sobre os alimentos e em molhos para saladas ou ainda em cozimento rápido em baixas temperaturas.
Óleo de linhaça: fonte de ômegas 3 e 6 na proporção ideal. Estudos mostram sua ação na redução de triacilglicerol e colesterol e também na inibição de fatores inflamatórios. Pode ser misturado na proporção de 2 de azeite para 1 de óleo de linhaça e usado para temperar saladas.
Óleo de macadâmia: fonte de ômegas 7 e 9. Estudos mostram que seu consumo auxilia na redução das taxas de colesterol total e LDL. Usado em diversas preparações, saladas e refogados. Recomenda-se o consumo de 1 a 2 colheres de sopa/dia.
Óleo de soja: fonte de ômegas 6 e 3. Devemos preferir os prensados a frio. Usado largamente na culinária.
A dengue é uma doença infecciosa febril aguda causada por um vírus da família Flaviridae e é transmitida através do mosquito Aedes aegypti, também infectado pelo vírus. Atualmente, a dengue é considerada um dos principais problemas de saúde pública de todo o mundo.
Tipos de Dengue
Em todo o mundo, existem quatro tipos de dengue, já que o vírus causador da doença possui quatro sorotipos: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4.
No Brasil, já foram encontrados da dengue tipo 1, 2 e 3. A dengue de tipo 4 foi identificada apenas na Costa Rica.
Formas de apresentação
A dengue pode se apresentar – clinicamente - de quatro formas diferentes formas: Infecção Inaparente, Dengue Clássica, Febre Hemorrágica da Dengue e Síndrome de Choque da Dengue. Dentre eles, destacam-se a Dengue Clássica e a Febre Hemorrágica da Dengue.
- Infecção Inaparente A pessoa está infectada pelo vírus, mas não apresenta nenhum sintoma. A grande maioria das infecções da dengue não apresenta sintomas. Acredita-se que de cada dez pessoas infectadas apenas uma ou duas ficam doentes.
- Dengue Clássica A Dengue Clássica é uma forma mais leve da doença e semelhante à gripe. Geralmente, inicia de uma hora para outra e dura entre 5 a 7 dias. A pessoa infectada tem febre alta (39° a 40°C), dores de cabeça, cansaço, dor muscular e nas articulações, indisposição, enjôos, vômitos, manchas vermelhas na pele, dor abdominal (principalmente em crianças), entre outros sintomas.
Os sintomas da Dengue Clássica duram até uma semana. Após este período, a pessoa pode continuar sentindo cansaço e indisposição.
- Dengue Hemorrágica A Dengue Hemorrágica é uma doença grave e se caracteriza por alterações da coagulação sanguínea da pessoa infectada. Inicialmente se assemelha a Dengue Clássica, mas, após o terceiro ou quarto dia de evolução da doença surgem hemorragias em virtude do sangramento de pequenos vasos na pele e nos órgãos internos. A Dengue Hemorrágica pode provocar hemorragias nasais, gengivais, urinárias, gastrointestinais ou uterinas.
Na Dengue Hemorrágica, assim que os sintomas de febre acabam a pressão arterial do doente cai, o que pode gerar tontura, queda e choque. Se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte.
- Síndrome de Choque da Dengue Esta é a mais séria apresentação da dengue e se caracteriza por uma grande queda ou ausência de pressão arterial. A pessoa acometida pela doença apresenta um pulso quase imperceptível, inquietação, palidez e perda de consciência. Neste tipo de apresentação da doença, há registros de várias complicações, como alterações neurológicas, problemas cardiorrespiratórios, insuficiência hepática, hemorragia digestiva e derrame pleural.
Entre as principais manifestações neurológicas, destacam-se: delírio, sonolência, depressão, coma, irritabilidade extrema, psicose, demência, amnésia, paralisias e sinais de meningite. Se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte.
Brasil tem 52 hospitais de referência para casos de gripe suína
Do UOL Ciência e Saúde Em São Paulo
Atualizada às 17h54
Um total de 52 hospitais de referência (veja lista abaixo) já foram mobilizados pelo Ministério da Saúde e secretarias municipais e estaduais para atender eventuais casos humanos de gripe suína no Brasil, ainda não registrados.
Em São Paulo, há nove unidades para prestar assistência. Na capital, o Hospital Universitário da USP, o Hospital São Paulo, o Hospital das Clínicas da USP e o Hospital de Infectologia Emílio Ribas.
Segundo a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, no total haverá 150 leitos de isolamento disponíveis, dos quais 60 têm pressão negativa, para evitar qualquer risco de disseminação. Devem ser encaminhados aos serviços aqueles que chegarem de áreas em que já se confirmou oficialmente casos e que apresentem sintomas como febre repentina, acima de 38°C, acompanhada de um ou mais dos seguintes sinais: tosse, dificuldade respiratória, dores de cabeça, musculares e nas articulações.
Disque Saúde
Atendentes do Disque Saúde do Ministério da Saúde foram treinados para tirar dúvidas da população sobre a doença. O número é o 0800-61-1997.
Hospitais de referência:
AC Hospital Geral das Clínicas de Rio Branco (Rio Branco)
AL Hospital Universitário Professor Alberto Antunes (Maceió)
AM Fundação de Medicina Tropical (Manaus)
AP Hospital de Clínicas Doutor Alberto Lima (Macapá)
BA Hospital Otávio Mangabeira (Salvador)
CE Hospital Universitário Walter Cantídio (Fortaleza) Hospital São José de Doenças Infecciosas (Fortaleza)
DF Hospital Regional da Asa Norte (Brasília)
ES Hospital Universitário Cassiano Antonio Moraes (Vitória)
GO Hospital de Doenças Tropicais (Goiania) Hospital Materno Infantil (Goiania)
MA Hospital Universitário da Universidade Federal do Maranhão (São Luiz)
MG Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (Belo Horizonte)
MS Santa Casa de Misericória de Campo Grande (Campo Grande)
MT Pronto Socorro Municipal de Cuiabá (Cuiabá)
PA Hospital Universitário João de Barros Barreto da Universidade Federal do Pará (Belém)
PE Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (Recife) Instituto Materno Infantil de Pernambuco (Recife)
PE Instituto de Doenças Tropicais Natan Portela (Teresina)
PR Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná (Curitiba) Hospital Universitário Regional do Norte do Paraná da Universidade Estadual de Londrina (Londrina) Hospital Ministro Costa Cavalcanti (Foz do Iguaçu) Hospital de Trabalhador da Secretaria Estadual de Saúde (Curitiba)
RJ Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (Rio de Janeiro) Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (Rio de Janeiro)
RN Hospital Gizelda Trigueiro (Natal) Centro de Medicina Tropical de Rondônia (Rondônia)
RR Hospital Geral de Roraíma (Boa Vista)
RS Hospital Escola da Universidade Federal de Pelotas (Pelotas) Hospital Nossa Senhora da Conceição (Porto Alegre) Hospital de Clínicas de Porto Alegre, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Porto Alegre) Hospital Universitário de Santa Maria (Santa Maria) Hospital Geral de Caxias do Sul (Caxias do Sul) Associação Hospitalar Beneficiente São Vicente de Paulo (Passo Fundo) Hospital Santa Casa de Uruguaiana (Uruguaiana) Associação de Caridade Santa Casa do Rio Grande (Rio Grande)
SE Hospital de Urgência de Sergipe Governador João Alves Filho (Aracajú)
SP Hospital das Clínicas da Unicamp (Campinas) Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP (Ribeirão Preto) Hospital de Base da Fundação Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (São José do Rio Preto) Hospital Universitario da Universidade de São Paulo (São Paulo) Hospital São Paulo da Universidade Federal de São Paulo (São Paulo) Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de São Paulo (São Paulo) Hospital de Infectologia Emilio Ribas (São Paulo) Hospital Estadual de Bauru (Bauru) Hospital Guilherme Álvaro (Santos)
TO Hospital Geral de Palmas Doutor Francisco Aires (Palmas)
PS: Em Pernambuco tambem noticiaram que o Hospital Osvaldo Cruz está requisitado,com 5 leitos á disposição.